domingo, 24 de abril de 2011

Handel - Messiah - Hallelujah Chorus


Páscoa!
Passagem das trevas para a Luz. Vitória da Vida sobre a morte.
Páscoa, Ressurreição do Amor!


Composição : George Friedrich Händel
Handel's Messiah

allelujah (Aleluya)

Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah

For the lord God omnipotent reigneth
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
For the lord God omnipotent reigneth
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
For the lord God omnipotent reigneth
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah

Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
(For the lord God omnipotent reigneth)
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah

For the lord God omnipotent reigneth
(Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah)
Hallelujah

The kingdom of this world is become
The kingdom of our Lord, and of His Christ, and of His Christ

And He shall reign forever and ever
And He shall reign forever and ever
And He shall reign forever and ever
And He shall reign forever and ever

King of kings forever and ever
hallelujah hallelujah
And Lord of lords forever and ever
hallelujah hallelujah
King of kings forever and ever
hallelujah hallelujah
And Lord of lords forever and ever
hallelujah hallelujah
King of kings forever and ever
hallelujah hallelujah
And Lord of lords
King of kings and lord of lords

And He shall reign
And He shall reign
And He shall reign, He shall reign
And He shall reign forever and ever

King of kings forever and ever
And Lord of lords
hallelujah hallelujah
And He shall reign forever and ever

King of kings and Lord of lords
King of kings and Lord of lords
And he shall reign forever and ever

Forever and ever and ever and ever
(King of kings and Lord of lords)

Hallelujah hallelujah
hallelujah hallelujah
Hallelujah

sexta-feira, 22 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tempo de ser melhor

Basta um segundo e todos os nadas podem ser relativizados perante a evidência do perigo.
Hoje, de manhã, fui testemunha dum atropelamento. Foi tão perturbador que ainda me é difícil abstrair toda a sequência dos factos.
Foi, novamente, mais uma lição de condução após a aula de natação. Outro aviso, um grande e perturbante aviso, para que eu própria me torne mais consciente do modo como viajo e caminho, das limitações que também me vão afectando já e da forma distraída como conduzo, tantas vezes, reconheço.
O caso poderia ter-se passado comigo, com qualquer um. Basta um instante de distracção e facilitismo.
Ao regressar da natação, optei via túnel. Já próximo da entrada, vejo surgir de lá uma camioneta ligeira de caixa aberta, com um casal da minha faixa etária, talvez. Simultaneamente, no mesmo sentido, apercebo-me de uma figura feminina que se dispõe a atravessar a passadeira. Nem tive tempo de ver se a mulher olhou para a entrada do túnel. O meu pensamento ficou a meio embora tivesse durado menos de um segundo, tenho a certeza. Ouvi o estrondo daquele corpo na frente lateral da camioneta e vi a expressão de inevitável surpresa nos rostos do condutor e da sua acompanhante. Instintivamente, dei comigo parada ao lado da carroçaria sem ver a atropelada. Avancei um pouco e já outra mulher de telemóvel na mão chamava socorro. Outras pessoas vindas do mesmo sentido, já se aproximavam. Senti que nada podia fazer senão avançar para que o trânsito que vinha atrás de mim não perturbasse mais. Entrei no túnel acenando calma aos incautos que se aproximavam, para que não houvesse mais embates.
Por coincidência ou não, foi na 3ª-feira passada que fui multada por excesso de velocidade.
Dois grandes avisos. Dois momentos a demonstrarem-me que a vida é um exigente e constante apelo à nossa perfeição e um aviso à cautela e à consciencialização das consequências que a forma como utilizamos a nossa liberdade pode perturbar a vida de outros, iguais a nós.

domingo, 10 de abril de 2011

Extracts from Coppelia 1: Moscow Ballet. Newcastle 2011

CCC Dança COPPÉLIA

CCC Dança COPPÉLIA

Muito Bom.
1º- Excelente elenco;
2º-Excelente espectáculo;
3º- Excelente fim de tarde;
4º- Excelente prenda de aniversário... Bilhete oferecido!

Foi um prazer. Gostei muiiito!
Obrigada, manos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Socrinhas, uma nova Amizade

Acabara eu de "passar o chão a pano". A janela da varanda ficou escancarada ao radioso sol enquanto eu, no quarto, me vestia decentemente para poder sair à rua. Depressa o meu ouvido me deu sinal de quebra de rotina. Aquele som estava demasiado cá dentro e fui ver. Com a minha voz o menos esganiçada possível, cumprimentei a visita com a maior simpatia. A fome e o cansaço davam-lhe um ar de "alma penada" apesar do amarelinho que saltava à vista e do verde da esperança que deixavam adivinhar uma figura garbosa e bela. Ponderava entre o risco de acreditar nesta bicha que lhe surgia e o apoio de que necessitava. Tal e qual um qualquer 1º ministro elegante, mas hesitante em aceitar o convite das migalhinhas com que sujei o chão, ainda molhado. Entre entradas e saídas "em frente às câmaras", decidiu-se por entrar, sem se debater e, num ápice, o prendi nas minhas mãos.
Levei-o até à chaveninha da água e bebeu sequioso. Aceitou, desajeitado, provar as migalhas que eu tinha na mão. Procurei com ele uma caixa de sapatos. Deitei-lhe uns bagos de arroz e lá ficou o meu amigo coberto de plástico furado, enquanto eu saí. A varanda ficou aberta para o caso de ele optar ser livre.
Demorei-me +ou- 3h. Pelo caminho, abasteci-me de comidinha adequada à sua espécie. Procurei uma casinha vazia que outrora pertencera a um canário muito amado e voltei a casa.
Ao sentir-me, senti-o nos seus gorjeios como se me dissesse da fome que ainda tinha. Encostei a caixa à porta do seu novo lar já abastecido de comida e água. Mudou-se sem problemas. Agora, descansa de papo cheio, sem mais barulhos.
Não sei se por coincidência, vi nele imagem do meu País. Senti-me ao jeito dum FMI porque as regras já estão impostas. Não quero porcarias nem barulheira. Bastam as despesas e o trabalho que me vai dar. A minha "generosidade" obriga-me a ser "solidária." Mal sabe o meu Socrinhas que em troca da certeza alimentar, dificilmente voltará a voar, parapeito fora...a não ser que arrisque e se sujeite à incerteza dos céus.
Socrinhas, meu periquito amigo, este nome assenta-te que nem uma luva quer sejas menino ou menina.
Porta-te bem e não te faltará um lar!...

terça-feira, 5 de abril de 2011

Sorrisos, PEC ados, Azares...Roubos, Crises e Radares...

Quando eu era miúda, via passar as carroças na minha rua. Apercebia-me do esforço dos animais puxando enormes cargas pela subida, em passo lento e sofrido. Não raras vezes, observei as vergastadas que os bichos recebiam no lombo e cujo efeito parecia gasolina a explodir-lhes nas patas. Muitas vezes pensei que, se fosse comigo, haveria de andar ainda mais devagar até consumir a raiva daqueles donos, tão bestas.
Hoje, acho que vivi uma caricatura parecida mas, ao contrário.
Esta manhã, por várias razões, atrasei-me depois da minha aula de "chapinhação". Uma delas porque a L., minha conterrânea, ao sair da nossa aula, foi confrontada com o assalto ao seu carro e o roubo de documentos e dinheiro. O caso envolveu a solícita brigada para tomar conta da ocorrência e "apoiar" a vítima. Fiquei mirone e comentadora, claro.
Com o sol a brilhar e o relógio a "tic...taquear", decidi-me a ganhar tempo indo pela antiga circular da cidade (agora chamada de rua e batizada com nome espanhol por sermos tão amigos dos vizinhos).
Juro que não me lembro de encontrar vivalma, um carro que fosse a passar, muito menos algum ligando as luzes, num desafio ao brilho do astro-rei.
Respirei fundo, contemplei os campos e lá vou eu até que, lado a lado com a escola, nem tive oportunidade de recordar as alegrias que vivi noutros espaços idênticos.
Pela frente, surge-me Angela Merkel, tal e qual, disfarçada de brigada de trânsito.
Pensei: Vá lá, lembraste-te de mudar os documentos do saco desportivo para a mala. Vamos ver se o vidro abre. Abriu e... fechou depois, também. Olaré!
Continência da autoridade. Pedido de documentos.
Preocupo-me com o clip que os segura mas, não faz mal. A tal visão, tão alemã a meus olhos, afasta-se até à viatura, discretamente fora da via e rodeada por duas generosas aves. Antes porém, recebo a vergastada no lombo. Toma!
Sou informada que o pedido de paragem não era só para ver documentos. Eu tinha sido caçada, lá no alto, pelo eficiente radar que registou uns escandalosos 80km/h, naquele fim de manhã, tão belo e tão sereno.
Manhosa, fingida, revisto-me com o meu ar de senhora respeitável, peço desculpa e esclareço:
-Vou com um bocadinho de pressa porque vou tratar do meu pai que tem 89 anos e está sozinho, à minha espera.
A prestimosa visão preocupa-se com o meu precioso tempo e avia-me depressa. Registou os meus dados sem demora e... prometeu enviar-me a penitência para a morada, informando-me das formas possíveis para eu cumprir a pena aplicada.
Acho que vou despender uns "aéreos" mas vou, também, relativizar a coisa e fazê-lo sorridente, sim senhor.
Tadito do meu pai se soubesse disto. Ficava preocupado e dava-me uma lição de moral e de boa condução.
Não sei se esta tramóia partiu do pobre do "Socras" ou foi ironia do meu próprio e velho automóvel. É que eu tenho andado a fingir-me de abonada em tempo de crise e a ponderar a hipótese de rifar o meu velhinho calhambeque, sabe-se lá se não só, por enfado. Afinal, sou condutora desde 1 de Outubro de 1970. Isto de se apanhar a 1ª talega por excesso de velocidade ao fim de 40 anos de condução e com uma viatura tão desvalorizada, faz-me sorrir e pensar que podia ser bem pior.

PS: Não vou aceitar o convite para 5/6. Obrigada. Ficarei a meditar no quanto sou perdulária mas também a dar graças a Deus pelo privilégio de tantas coisas boas de que tenho beneficiado na vida. As vezes que pisei o pedal sem consequências, incluem-se neste rol.
Ah, esquecia-me de registar que vou estar atenta à forma como serão gastos todos os cêntimos deste contributo que, forçosamente, vou dar para resolver a maldita crise.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Dilema português

...Se falta civilidade, sobra pedra.
...Se falta a luz, sobra água.
...Resta-nos o azul dos céus.
...E mais nada!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

The Independent diz que Portugal vai vender Ronaldo a Espanha - Sol

The Independent diz que Portugal vai vender Ronaldo a Espanha - Sol

O Conselho dos ratos

Nas fábulas de La Fontaine, inspiradas no género literário criado por Esopo, o Grego, sempre encontraremos uma lição moral, adequada às atitudes dos homens de todos os tempos ...

Por SAPO Kids, 23 de Março de 2009

Há muito, muito tempo, os Ratos reuniram-se em assembleia para decidirem em conjunto o que fazer em relação ao seu inimigo comum: o Gato.

Depois de muito conversarem, um jovem rato levantou-se e apresentou a sua proposta:

- Estamos todos de acordo: o perigo está na forma silenciosa como o inimigo se aproxima de nós. Se conseguíssemos ouvi-lo, podíamos escapar facilmente. Por isso, proponho que lhe coloquemos um guizo no pescoço.

A assembleia recebeu estas palavras com entusiasmo. Foi então que um Rato Velho se levantou e perguntou:

- E quem é que vai colocar o guizo no pescoço do Gato?

Os ratos começaram a olhar uns para os outros, e não houve nenhum que se oferecesse para levar a cabo semelhante tarefa.

Então o Rato Velho terminou, dizendo:

Propor uma solução é fácil, o difícil é pô-la em prática.

Fábulas de La Fontaine

Por Sapo Kids